sábado, 11 de outubro de 2008

Eu que não fumo,queria um cigarro


Sequer nem sabe quem é,não que isso tenha que ser absoluto,mas você se perde em suas idéias,usa as palavras erradas,classifica sentimentos e pessoas inomináveis,diz ser eterna qualquer pessoa que surgiu há três meses atrás,ataca pra se defender de um tiro que nem existe e ataca com a pior de todas as armas,a pequenez,que te faz sentir-se pleno momentaneamente,mas num próximo instante você recusa a existir dentro de sua alma,tão diluída...Bem que eu queria te ver como alguém grande e admirável,aqueles tipos que arrancam pensamentos trabalhados ao passar,mas quando você passa,só parece um fantasma,sem alma,sem ser,sem querer,sem poder,sem fortalecer,com apodridão.Possivelmente eu posso ser também pra você,tudo que eu citei aqui,mas não quer dizer que você seja pra
mim tudo isso.Contradição? Que seja!Não estando dentro de minha alma,sempre serei classificada como contraditória e como opinião tola dos outros não é pra mim útil,apenas observo.Eu queria não ter que assistir esse circo todo,é triste ver pessoas se esforçando para serem pequenas,quando poderiam se esforçar para serem gigantes.Ser gigante não é difícil,é só ser você,e crescer,claro.A essas alturas nem sei mais o quero dizer,posso saber o que NÃO QUERO dizer...não quero dizer que sinto pena de você.
Não quero fazer qualquer jura eterna pra alguém,não quero confusão de idéias,não quero recorrer a atitudes fracas pra superar qualquer dor,não quero deixar de falar o que penso,não quero inutilidades em minha vida,não quero desistir de nenhum interesse por alguém,por que ninguém deixa e nunca deixou de fazer nada por mim,então desde agora eu não mais serei assim.
E eu vou é fazer um brigadeiro...e por uma última vez,mantendo o respeito,sou capaz de fazer sangrar sem sequer mover as mãos e nem gosto disso,mas na precisão..

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